
Que saudade da poesia
Do tom singelo, sem pretensão
Daquela rima descombinada
Da impensável compreensão
Ah! O som que já não se afasta
Da escrita que se lê
Desejo interminável de...
A inspiração brotada na pele
No rastro sutil
A beleza da poesia enconde-se em seu mistério. No não dito. No não exposto. Naquela fala ou palavra que suscita a dúvida de seu real significado e destinatário.
Que saudade da poesia
Já perdida no jeito de se fazer
Que mistura a prosa
E, suja, ainda insiste em dizer.
Ai... poesia que na vida não deixa de ser.
3 comentários:
Ai que saudade da Brisa
Tb tenho de vc...
Ai ai aiiii... trem gostoso!
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